Arquiteto Versátil: Desenhando para Sair da Rotina

3 de janeiro de 2017

Desenhando para Sair da Rotina


Na tarde do dia 25 de dezembro de 2016 resolvi desenhar um pouco. Estava precisando... No entanto, não é sempre que tenho uma oportunidade como esta, por isso, busquei aproveitar ao máximo esta incrível oportunidade. 

Antes de começar a desenhar reuni todos os materiais que iria precisar como lápis, borracha, caneta preta, folha A4, fita crepe e esquadros, depois fixei a folha A4 sobre a mesa da cozinha com a fita crepe e pus a desenhar. 

Primeiramente fiz uma linha guia ou melhor a linha do horizonte e sobre ela marquei dois pontos que seriam meus pontos de fuga. Um desses pontos marquei próximo ao centro, já o outro marquei bastante afastado do centro da folha. O ponto próximo ao centro foi utilizado como ponto interno, já o segundo ponto foi utilizado como ponto externo. 

Quando iniciei o desenho não tinha uma ideia clara de como ficaria o desenho no final do processo, mas conforme fui desenhando as ideias foram surgindo e fui transferindo para o papel. Claro que algumas ideias eu descartei ao longo do processo, por não se encaixar com as ideias anteriores representadas no papel, mas a grande maioria das ideias que foram surgindo acabou ficando. 

Durante o curso de arquitetura eu nunca utilizei esse tipo de perspectiva. Para falar a verdade é a primeira vez que faço uso desta perspectiva, no entanto como ela se utiliza dos mesmos princípios que as outras perspectivas que já fiz, criar esta perspectiva não foi tão difícil assim, como imaginei que seria. 

Depois que concluir o desenho a lápis resolvi contorná-lo com a caneta preta. Ao finalizar o processo passei a borracha para eliminar os traços a lápis. No entanto eu não queria para por ali. Queria mesmo era continuar a desenhar ou pelo menos pintar as superfícies criadas naquele desenho. 

Como minha impressora estava com problema, impedindo que eu tirasse cópias do desenho, resolvi criar diferentes texturas com o próprio lápis sobre o desenho original. O processo tornou o desenho mais rico, valorizando cada superfície criada que compõe a perspectiva. 

Ao finalizar todo o processo, fiquei a observar o pequeno desenho ainda fixado sobre a mesa, no entanto ainda assim sentia que havia algo faltando no desenho, foi então que resolvi registrar a data em que realizei o desenho e pus minha simplória assinatura. Agora sim finalizei o desenho. O que acharam do texto e do desenho realizado? Deixe nos comentários sua opinião, ela é muito importante. Além disso buscarei fazer novos desenhos para o blog. Até a próxima.

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